Patrimônio

Sucessão internacional e planejamento de herança

A sucessão de um bem segue, em regra, a lei do país onde ele está. Quando as legislações não conversam, quem paga a conta — em dinheiro, tempo e conflito — são os herdeiros.

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Disponível em: Uruguai · Chile · Paraguai

Para quem é

  • Famílias com bens no Brasil e no exterior
  • Quem tem mais de um herdeiro e quer evitar conflito
  • Empresários com participações societárias a transmitir
  • Famílias com herdeiros menores ou em jurisdições diferentes
  • Quem tem planejamento sucessório feito antes das mudanças recentes

Quando faz sentido

Faz sentido quando

  • Existe patrimônio relevante em mais de uma jurisdição
  • A próxima geração já está definida e o desejo de transmissão é claro
  • Há ativos ilíquidos que dificultariam o pagamento de tributos na transmissão
  • O planejamento atual foi desenhado sob regras que mudaram

Não faz sentido quando

  • Não há patrimônio relevante a transmitir
  • Existem disputas familiares abertas que precisam ser resolvidas antes
  • A expectativa é de que a estrutura anule tributos — ela organiza e otimiza, não elimina

O que você recebe

Mapa sucessório completo

O que existe, onde está e qual lei rege a transmissão de cada categoria de bem.

Pontos de atrito identificados

Onde as legislações se cruzam, onde há risco de bloqueio e onde o resultado seria diferente do pretendido.

Desenho da sucessão

Instrumentos adequados a cada ativo, sequência de implementação e regras de governança familiar.

Projeção de custo

O custo estimado da transmissão planejada versus não planejada — tributário e de liquidez.

Como será para você

É a conversa mais adiada e a mais cara de adiar. Conduzimos com discrição e sensibilidade.

Visão única sobre o conjunto

Planejamentos feitos país a país, separadamente, podem entrar em conflito entre si.

Envolvimento da família quando desejado

Governança funciona melhor quando é conhecida por quem será afetado.

Implementação coordenada

Execução nas jurisdições envolvidas, com especialistas locais sob nossa coordenação.

O que está incluído

  • Consultor dedicado do início ao fim
  • Tradutor acompanhante nas etapas presenciais
  • Equipe local no país de destino
  • Apoio logístico e organização de agenda
  • Coordenação de advogados, contadores e escrivães
  • Canal seguro para envio de documentos sensíveis

E depois

Estrutura sucessória é organismo vivo: as regras mudam, o patrimônio muda e a família muda. Revisamos periodicamente para que o plano continue produzindo o efeito pretendido.

Perguntas frequentes

A lei brasileira se aplica aos meus bens no exterior?

Não automaticamente. A sucessão costuma seguir a lei do país onde o bem está — e é justamente por isso que planejamentos feitos olhando apenas para um lado produzem surpresas.

O que mudou no Brasil recentemente?

O quadro de tributação sobre transmissão passou a observar progressividade em função do valor, e a incidência sobre bens situados no exterior foi disciplinada. Para patrimônios elevados, a mudança é material.

Ainda dá tempo de planejar?

Planejamento sucessório só pode ser feito em vida. Enquanto houver tempo e escolha, há o que organizar — depois, restam administração de consequências e, frequentemente, litígio.

Isso elimina o imposto sobre a herança?

Não prometemos eliminação. Planejamento organiza, antecipa e otimiza dentro da lei — e, sobretudo, evita que a família precise vender ativos às pressas para pagar tributos.

Sua sucessão está desenhada?

A família que planeja transmite patrimônio. A que não planeja transmite um processo.

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